MERCADO... O QUE É?
A grande maioria dos economistas defende que não há como precisar uma data do surgimento dos mercados, trata-se de um fenómeno natural, ou seja, os mercados nascem naturalmente da interação entre compradores e vendedores. Dependendo da situação, a maioria das pessoas e das empresas actua tanto como comprador quanto como vendedor. Os compradores, referem Pyndick e Rubinfeld, abrangem os consumidores, que adquirem bens e serviços; e as empresas, que adquirem mão de obra, capital e matérias-primas que utilizam para produzir bens e serviços. Entre os vendedores estão as empresas, que vendem bens e serviços; os trabalhadores, que vendem seus serviços; e os proprietários de recursos, que arrendam terras ou comercializam recursos minerais para as empresas. Em conjunto, compradores e vendedores interagem, originando os mercados (PINDYCK e RUBINFELD, 2012, p. 7).
Assim sendo, o mercado é tido como “uma forma de intercâmbio na qual se realizam compras e vendas de bens e serviços, pondo em contacto compradores e vendedores” (MAIA, 2014, p. 206). Seguindo a mesma linha de pensamento, Pindyck e Rubinfeld consideram o mercado “um grupo de compradores e vendedores que, por meio de suas reais ou potenciais interações, determinam o preço de um produto ou de um conjunto de produtos” (PINDYCK e RUBINFELD, 2012, p. 7). Soares, por sua vez, apresenta dois sentidos para a palavra mercado:
No sentido restrito ou corrente é um lugar de encontro entre compradores e vendedores de bens e serviços, com carácter permanente, e inserido num certo contexto regional (ex.: feira da Ladra em Lisboa, praça do São Paulo em Luanda, mercado dos congolenses e muitos outros mercados com tradições no país e no estrangeiro). No sentido lato, ou económico, é uma forma de confronto entre compradores e vendedores, que se realiza diariamente, sem necessidade de se encontrarem num determinado local (ex.: mercado do petróleo, do ouro, dos bens alimentares, do dolár ou das acções). (SOARES, 2010, p. 199 et seq., acréscimo nosso).
A forma mais sugestiva de abordar um mercado é através de um gráfico que a maioria dos economistas usa intensamente, a chamada “cruz marshalliana” . Neste gráfico, explica Neves (2010, p. 41), cruzam-se duas curvas: a curva da procura e a curva da oferta. A sua idéia básica é que um mercado, qualquer que seja, funciona pela interacção de dois lados: os compradores e os vendedores, os consumidores e os produtores. Estes dois grupos são representados cada um por uma curva. Além disso, o gráfico isola duas variáveis que considera as mais importantes para a maioria dos mercados: o preço e a quantidade (Ibdem, loc cit).
Deste modo percebe-se que na análise económica de qualquer mercado não podemos descurar os seus principais elementos: a procura e a oferta (compradores e venderores, consumidores e produtores) e o preço e a quantidade.
Assim sendo, o mercado é tido como “uma forma de intercâmbio na qual se realizam compras e vendas de bens e serviços, pondo em contacto compradores e vendedores” (MAIA, 2014, p. 206). Seguindo a mesma linha de pensamento, Pindyck e Rubinfeld consideram o mercado “um grupo de compradores e vendedores que, por meio de suas reais ou potenciais interações, determinam o preço de um produto ou de um conjunto de produtos” (PINDYCK e RUBINFELD, 2012, p. 7). Soares, por sua vez, apresenta dois sentidos para a palavra mercado:
No sentido restrito ou corrente é um lugar de encontro entre compradores e vendedores de bens e serviços, com carácter permanente, e inserido num certo contexto regional (ex.: feira da Ladra em Lisboa, praça do São Paulo em Luanda, mercado dos congolenses e muitos outros mercados com tradições no país e no estrangeiro). No sentido lato, ou económico, é uma forma de confronto entre compradores e vendedores, que se realiza diariamente, sem necessidade de se encontrarem num determinado local (ex.: mercado do petróleo, do ouro, dos bens alimentares, do dolár ou das acções). (SOARES, 2010, p. 199 et seq., acréscimo nosso).
A forma mais sugestiva de abordar um mercado é através de um gráfico que a maioria dos economistas usa intensamente, a chamada “cruz marshalliana” . Neste gráfico, explica Neves (2010, p. 41), cruzam-se duas curvas: a curva da procura e a curva da oferta. A sua idéia básica é que um mercado, qualquer que seja, funciona pela interacção de dois lados: os compradores e os vendedores, os consumidores e os produtores. Estes dois grupos são representados cada um por uma curva. Além disso, o gráfico isola duas variáveis que considera as mais importantes para a maioria dos mercados: o preço e a quantidade (Ibdem, loc cit).
Deste modo percebe-se que na análise económica de qualquer mercado não podemos descurar os seus principais elementos: a procura e a oferta (compradores e venderores, consumidores e produtores) e o preço e a quantidade.
Por: Walter António - Politólogo e Economista.

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